quinta-feira, 24 de março de 2011

SÍNDROME DA EXPECTATIVA ILUSÓRIA INFUNDADA. S.E.I.I.

Férias chegando. A melhor parte é esperar por elas. Esperar conhecer o amor, esperar festas, primos, praias, amigos. Esperar... Mas, quando os tais chegam, os primos e amigos ficaram de recuperação, (provavelmente o "amor" também.) e os outros programas não rolam sozinhos. Rola tv, sofá, pipoca, e a esperança de que as próximas férias cheguem logo. Desejos renovados. Viver para esperar. Esperar para viver.
  O sentimento da mudança instantânea é plantado em nós não se sabe como, nem porquê. Um sentimento aleatório que corrói e mata o ser que o consumia. Como a presa que, de repente, devora o caçador, e faz dele sua vítima. É a falsa esperança que alimentos até que fique tão grande a ponto de nos devorar. Ironico. Real
  Mas, como fazer acontecer? É mais difícil do que parece. É ir, muitas vezes, contra o sistema. É mudar a programação de nosso "HD cerebral", e isso nem sempre é fácil. Formatar a própria vida. É preciso deixar de se apegar àquilo que pode ser, e viver para transformar o que ja é. E há muito a ser transformado.
  Por fim, O maior sarcasmo e paradoxo textual foi escrito, pois muitos podem ler, querer agir, e não ir adiante. É aparentemente sem cura essa Síndrome da Expectativa Ilusória Infundada. S.E.I.I. Não S.E.I.I.
 
                                                                                                 Jully Crisóstomo.
foto:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr8Vk6jDMAheUnziqmvdQwQnt2PWv3vxzove0UIJqc-_tj45glCoq4BJlEAdm8NskgpdKnBB4N1mTwfxTG8cX9bsSxS-im9m5cxUySXqQz5op-wwEt4yZwug3s1tI_pZx4QLDWBcffo0o/s1600/Esperanca2.jpg

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