segunda-feira, 20 de junho de 2011


Foi-se

Ele estava hospitalizado há algum tempo, padecendo de alguma doença misteriosa. Seus parentes estavam cada vez mais preocupados, contudo suas visitas eram cada sempre menos periódicas.
Em um dia qualquer, em que ele já estava muito mau, sua mãe trouxe umas coisas para ele ver, objetos de quando tinha 3 ou 5 anos,
Começou a mexer nas sacolas, remexer a caixa, quando se deparou com uma foto.
            -Vem brincar com a gente!
            -Já estou indo.
            Lá ia o garotinho, nos seus tempos alegres de infância, era feliz e não sabia.
            -Fulaninha, brigado por isso, gosto muito de você.
            Sua mãe havia colocado a foto propositalmente. A garota, amiga de longa data, estava esperando para entrar no quarto.
Relembrando aqueles momentos de sua tão feliz infância, uma gota de lágrima brotou dos seus olhos. Sua mãe, no fundo do coração, sentiu que aquela seria sua última visita. Ela abraçou seu filho ainda comovido com a foto, e começou a chorar e repetir incessantemente o quanto ela amava-o.
A garota meio sem graça com a situação, adentrou o quarto com seu rosto lavado pelas lágrimas que surgiam a cada vez que ela olhava para o seu amigo e amor de infância, tão debilitado. Ela abraçou fortemente seu amigo e o beijou em seu rosto e em sua testa, como fazia quando eram crianças. Ela viu seu tão querido amigo desfalecer, junto com a mãe, se debruçou sobre o garoto, e ficaram entre choros e soluços.

André Gimeniz Galvão


João era um porquinho diferente, ele sempre dizia ser o mais rápido, o mais forte, o mais inteligente em fim o melhor. Afirmava que ninguém podia superá-lo em nada.
                Um belo dia, João começou a atormentar Gabriel, um amigo seu, afirmando que como ele era melhor que seu amigo, o mesmo dizia sempre servi-lo.
                -Não irei arrumar seu chiqueiro, João !
                -Você tem que limpá-lo,  ao menos que você me vença, coisa que, convenhamos, seja bem impossível!
                -Aceito qualquer desafio.
                Marcaram então uma corrida, em 3 meses.
                Gabriel, escondido, ficou preparando seu físico durante todo os meses, correu pelos campos, nadou nas poças de lama, enfim,  esforçou-se ao máximo . Contudo, seu amigo João propagava com seu tom de superioridade, que aquela causa já estava ganha, não havia feito nenhum esforço em prol de seus músculos.
                No dia da corrida, ambos estavam preparados e confiantes. Correram, correram como se sua vida depende-se disso. João chega na linha de chegada alguns minutos após Gabriel, humilhação, muitas vais por parte da vara.

Moral da historia: Ações valem mais do que palavras
Pera ai!

Pedro após um logo dia de estudos, chega morrendo em casa morrendo de fome, ainda mais que não havia levado sua merenda, para piorar a situação, seu amigo que lhe arranja uma carona faltou no dia, foi andando os 23 quarteirões até sua residência.
Sentou-se no sofá, seus pais já estavam na mesa, retirou o sapato, respirou fundo e foi juntar-se com a família.
-É, hoje o dia não foi dos melhores, desculpa a demora, hoje tive que vir a pé.
                Na ocasião, tinha costelinhas de porco
                -Isso não é o meu favorito, com certeza .
                Ainda de olho na mesa, arroz com colorau amarelo, couve flor com queijo, abobrinha ,uma grande tijela com legumes e uma panela enorme de feijão preto(exalava um cheiro que o intoxicava),hoje , realmente não era seu dia de sorte.
-Mãe , eu não estou com muita fome,não quero almoçar.
-Sem problema, porém não vai comer sorvete .
O garoto foi tirar um cochilo, chegou a sonhar de tão cansando que estava. Acordou com o barulho da porta se fechando, seus pais haviam saído, o sorvete estava livre.
Foi até a cozinha, com mil pensamentos para comer o tal sorvete de creme extra cremoso, estava salivando desde que saiu do sofá, ficou frenético pensando em cessar com aquele calor todo, abriu o frezzer, o pote chega brilhou.
-Azul ,mágico, radiante!
Estendeu sua mão para pegar, estava bem pesado, cheio de sorvete.Fechou os olhos, abriu a tampa e respirou fundo, sentiu aquele cheiro característico, não de sorteve, mas de feijão!
André Gimeniz Galvão
Outra perspectiva

Ele estava a um olhar de distância do seu destino, prestava atenção nos sons ao seu redor, o estilhaçar da água do mar, o bater do coração, as gaivotas gruindo
Aproximou-se da janela, o vento rasgando seu corpo, a  adrenalina aumentando sua preção, o coração disparado e lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
Olhava para seu aposento, impregnado com suor e podridão, as pedras úmidas salientavam um ambiente tóxico, já estava saturado disso e cheio dessa vida miserável. Já parecia tão pequeno, algo indefeso e derrotado, um ser tão mergulhado na infelicidade que era mais infelicidade do quer um ser.
Olhou no horizonte, inclinou-se para frente e vagarosamente, tudo desaparece, seus sentidos foram rosetados, sobrou-se somente ele, a janela da torre e o mar.
Tudo começou a girar, seu horizonte mudou do azul para o preto, o universo começara a encolher, não existe mais nada, agora só resta um homem de pé com seu olhar para baixo, almejando sua liberdade.
André Gimeniz Galvão

domingo, 19 de junho de 2011

para sempre meu amigo

Estava arrumando meu quarto quando eu abri a minha gaveta e vi uma foto minha e de um amigo de infância que faleceu ano passado. Me lembrei de todos os nossos momentos juntos, de como eramos felizes, e ao mesmo tempo fiquei triste por ele nao esta mais aqui. Me lembrei do nosso ultimo dia juntos, e que ele falava cada palavra bonita como se soubesse que nao nos veriamos mais, dizendo que eu era a sua melhor amiga, e que a infância dele nao teria sido a mesma sem mim. Mas por um lado fiquei feliz, pois ele estava em um lugar melhor, aonde ele nao iria mais sofrer. Entao fiquei feliz por ele estar em um lugar melhor, e tenho certeza que aonde ele estiver iria esta ao meu lado, me ajudando a seguir o meu caminho, que era sempre sorri, nunca deixar que nada nos deixasse para baixo, que mesmo ele com cancer, sempre continuou sorrindo. 

Entao peguei a foto e resolvi coloca-la em um porta retrato ao lado da minha cama, para que eu nunca esqueca dele, e nunca deixar que nada me abale. Esse foi o melhor ensinamento que alguem pode receber, e eu so tenho e' que agradecer por ele ter me ensinado.



Camille Bonorandi

para sempre meu amigo

Estava arrumando meu quarto, quando eu abri a minha gaveta e vi, uma foto minha e de um amigo de infância que faleceu ano passado. Me lembrei de todos os nossos momentos juntos, de como eramos felizes, e ao mesmo tempo fiquei triste por ele nao esta mais aqui. Me lembrei do nosso ultimo dia juntos, e que ele falava cada palavra bonita como se soubesse que nao nos veriamos mais, dizendo que eu era a sua melhor amiga, e que a infância dele nao teria sido a mesma sem mim. Mas por um lado fiquei feliz, pois ele estava em um lugar melhor, aonde ele nao iria mais sofrer. Entao fiquei feliz por ele esta em um lugar melhor, e tenho certeza que aonde ele estiver iria esta ao meu lado, me ajudando a seguir o seu caminho, que era sempre sorri, nunca deixar que nada nos deixe para baixo, que mesmo ele com cancer, sempre continuo sorrindo.

Amor inesperado



Num dia Ricardo acordou, num dia comum, se levantou e foi para a faculdade, o que ele não esperava naquele dia era encontrar o amor de sua vida.
Ele chegou à faculdade e no caminho para sua sala acabou se esbarrando com Julia, uma garota que imediatamente chamou a sua atenção, mas os dois conversaram muito pouco, nem chegaram a se conhecer direito.
À noite, Ricardo foi para uma festa, na qual Julia também estaria os dois se falaram e trocaram telefones, passaram um tempo saindo juntos e trocando mensagens. Até que um dia tiveram uma súbita saudade de se ver, e se encontraram.
Ricardo e Julia namoraram, viajaram e também discutiram inúmeras vezes, até que um dia se formaram: ela em medicina e ele em administração. Decidiram se casar e morar juntos, os filhos vieram e continuaram suas vidas juntos e unidos por um belo amor.


Marina do Carmo